sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ação do MPF contra duas universidades pode deixar milhares sem diploma em Patos

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública com pedido de liminar contra a Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), a Universidade Aberta Vida Sociedade Simples Ltda. (Unavida), o Estado da Paraíba e 16 municípios: João Pessoa, Areia, Campina Grande, Conceição, Guarabira, tabaiana, Itaporanga, Juazeirinho, Lagoa de Dentro, Mamanguape, Monteiro, Nova Floresta, Patos, Pedras de Fogo, Princesa Isabel e Sousa.
Segundo a ação, as duas instituições estariam atuando de forma irregular nessas cidades ofertando curso de nível superior para formação de professores. A ação pede ainda a anulação de todos os diplomas e certificados concedidos pelas duas instituições desde o início da parceria. Neste período, a direção da UVA afirma ter formado cerca de 30 mil pessoas.
Na ação civil pública também consta que a UVA não possui autorização formal para funcionar no estado e ainda estaria realizando a cobrança indevida de mensalidades através de uma parceria com a Unavida, instituição privada. O MPF pede que a Justiça Federal conceda liminar determinando que a UVA e a Unavida deixem de ministrar cursos superiores na Paraíba até que obtenha autorização expressa do Estado, através de convênio, sob pena de multa diária para o reitor no valor de R$ 5 mil.
O MPF solicita ainda que o Estado e os municípios sejam proibidos de ceder ou locar prédios para o funcionamento de cursos, também sob pena de multa diária de R$ 5 mil para cada ato constatado. Atualmente, as duas instituições atendem a cerca de oito mil alunos na Paraíba.
O MPF argumenta que a UVA não está autorizada formalmente pelo Estado da Paraíba para ministrar cursos superiores dentro dos seus limites territoriais, já que pertence ao sistema público de ensino do Ceará e como entidade estadual seu campo de atuação seria restrito às divisas do estado de origem. Desde 2000, a UVA passou a ministrar cursos superiores na Paraíba, mesmo inexistindo convênio que autorizasse sua atuação, como confirmado pela Secretaria de Estado da Educação.
O MPF aponta que a UVA, mesmo sendo instituição pública de ensino superior, cobra matrículas e mensalidades de seus alunos desde sua instalação na Paraíba, burlando a regra do ensino público gratuito nos estabelecimentos oficiais, conforme previsto no artigo 206, inciso IV, da Constituição Federal. Ainda segundo a ação, haveria uso da universidade pública para fins de interesse privado, já que o reitor da UVA, Antônio Colaço Martins, é apontado como proprietário da Unavida.
Além de não ter autorização formal para ministrar cursos superiores na Paraíba, a UVA firmou, em 1º de fevereiro de 2002, ‘parceria' com a Unavida, uma universidade privada que sequer é reconhecida pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), com a intenção de fazer com que os estudantes formados pela Unavida passassem a ter seus diplomas expedidos pela UVA, pois, se os diplomas fossem expedidos apenas pela Unavida, não teriam qualquer validade.
Para o procurador da República Kleber Martins, essa prática, apelidada de "incubação" de faculdades privadas por universidades públicas, é ilegal e imoral. A direção da Uva/Unavida informou que ainda não foi comunicada oficialmente da ação, mas que já está preparando a defesa para entrar com recurso. As aulas estão mantidas.
"São denúncias sem fundamento. O estado não tem competência para autorizar qualquer curso de fora, porque ela é pública. A universidade é autônoma e já temos parecer do Ministério da Educação", defende Cacilda Marques do Rego, diretora acadêmica da Uva/Unavida na Paraíba.
A equipe de reportagem do JORNAL DA PARAÍBA também tentou entrar em contato com a Secretaria de Estado da Educação, mas não obteve êxito.
Do Jornal da Paraíba

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Deu greve!

Os professores da rede estadual de ensino decidiram  hoje à tarde, paralisar suas atividades por tempo indeterminado

Durante Assembleia Geral realizada na tarde desta sexta-feira (29), na sede do Sindicato dos Trabalhadores  em Educação do Estado da Paraíba (Sintep-PB), os profissionais rejeitaram a proposta do Governo de uma bolsa no valor de R$ 230, enquanto estudava a possibilidade de implantação do Piso Nacional da categoria.o último dia 15, também em assembleia geral, os trabalhadores de educação do estado decidiram fazer uma consulta às escolas para decidir se entravam, ou não em greve.

De acordo com o presidente do Sintep, Antonio Arruda, com a decisão cerca de 30 mil trabalhadores vão cruzar os braços a partir desta segunda-feira e 1.040 escolas vão fechar as portas.

Segundo Arruda, com base em decisão do Tribubnal de Justiça,  a greve dos professores é legal, pois reivindica  cumprimento
da lei do Piso Nacional Salarial.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Estado paga folha de abril nesta quinta e sexta

O Governo do Estado anunciou nesta terça-feira (26) que o pagamento dos salários dos servidores referente ao mês de abril começa nesta quinta-feira (28). Neste primeiro dia de pagamento recebem aposentados e pensionistas. Já na sexta, o pagamento prossegue com os servidores da ativa.
O pagamento dos servidores estaduais é executado pelo Banco do Brasil, a partir de contrato entre a instituição financeira e a Secretaria da Administração, que gerencia a folha.
“Desde o início do mandato do governador Ricardo Coutinho que estamos nos esforçando para pagar a folha dentro do mês trabalhado, exceto o mês de janeiro, quando foi preciso organizar a folha antes de efetuar o pagamento”, garantiu o secretário de Administração Gilberto Carneiro.
O secretário disse ainda que esta medida faz parte da política de valorização do servidor público, uma das bandeiras defendidas pelo atual governo.
http://www.paraiba.pb.gov.br/ 

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O Forro da qui é melhor do que o seu!

 

Diante de toda essa polêmica sobre o financiamento público de festejos juninos, não poderia abdicar deste espaço para concordar com o que Chico César verbalizou e fez reverberar durante toda essa semana na mídia paraibana. Acredito que o poder público não deve mesmo financiar esse lixo cultural rotulado de “forró de plástico"! Não tem nenhuma obrigação.

Chico César está mais do que certo. O Estado deve apoiar com infraestrutura, segurança, divulgação... mas pagar cachê para esse lixo cultural seria a mesma coisa de nivelar por baixo, culturalmente falando, uma população acostumada a consumir o lixo, do lixo, do lixo, do lixo.

Quando eu tinha 12 anos, fui convocado por meu irmão para confeccionar cartazes para um show do então Chico César e Pedro Osmar, no Lima Penante. “Pão Doce misturado com granada” era o título do show. Lembro que usei o pincel atômico e cartolinas para depois fixar em alguns pontos de João Pessoa, aquele show que estava mais para resistência cultural da época, que para atrair um grande público.

Voltando ao forró do lixo, sou também bombardeado pela programação musical que infesta as nossas rádios. Será que  é o povo que faz essa programação ou é obrigado a repetir mecanicamente este Pout-Pourri da mediocridade? Um gostar que não tem querer que explique. É porcaria sim. Chico tem razão.

Financiar essa porcaria musical é a mesma coisa de dizer para nossos filhos: “ A partir de hoje ninguém precisa de escola de qualidade”. Concordar e ficar contrário pelo fato de ser oposição é algo tão insano que beira a mediocridade. Quem quiser escutar forró do lixo, que escute.. que se dane. O Estado não tem obrigação nenhuma de financiar esse lixo.

Parei por alguns instantes e fui atrás de algumas letras que são cantadas em um quase êxtase vazio, musicalmente falando. Veja como são magníficas essas letras que fazem parte do hits momentâneos:

Kika kika Kika na latinha
Kika kika Kika na latinha
Kika kika Kika na latinha
Amassa essa latinha


É o não é genial?
Tem mais.

Vamos simbora / Prum bar / Beber, cair e levantar
Beber, cair e levantar!
Beber, cair e levantar!
Beber, cair!
Beber, cair e levantar!”



Quer uma mais profunda?

Hoje eu durmo lá pra baixo / Na casa dos macho, na casa dos macho / Bebo de tudo faço um regasso / Na casa dos macho, na casa dos macho"

Chico tá certíssimo.
Do Blog Clilson Júnior
Concordo plenamente com o jornalista Clilson Junior não quero desmerecer nem uma banda de forró, mas o nível cutulral de tais letras citadas e outras com teor igual ou pior não merecem ser ouvidas muito menos patrocinadas pelo dinheiro publico vamos mostrar nossas raizes sem desmerecer nossos mestres, posso citar Jacson do Pandeiro, Luiz Gonzaga... estes imortais do forró.
Assim entendo, pois, precisamos resgatar nossa cutulra...

fotosofficeprint

NO SERTÃO: segunda torre da Igreja Matriz Nossa Sra. dos Remédios em Sousa desaba

O inimaginável mais uma vez aconteceu na cidade de Sousa, onde a torre direita da Igreja Nossa Senhora dos Remédios não resistiu à força das chuvas e desabou. O sinistro aconteceu por volta das 23h deste domingo (24), causando um grande susto nas pessoas que estavam na Praça da Matriz e graças a Deus ninguém ficou ferido.

Após o desabamento da torre, inúmeras pessoas estiveram presentes ao local para observar o acontecido. O corpo de Bombeiros isolou toda lateral e lacrou as entradas da igreja, já que existe risco de parte do teto desabar.

A primeira torre caiu coincidentemente também em um domingo na madrugada do dia 29 de abril de 2007, onde a mesma também estava com infiltração e veio a desabar. 
Fonte: Sertao informado

Praiba pode parar!

De acordo com as informações geridas na internet e radios da Paraiba nestes próximos dias várias categorias entraram em greve.
Os professores param hoje em João Pessoa e consequentemente no próximo dia 29 de abril as assembléias de professores da rede pública do Estado e como também a classe médica se reunem para discutir sobre prarar ou não os serviços.

Governo vai investir na infovia rede de fibra ótica

O Governo do Estado dá o pontapé para o início das atividades das infovias que, vão interligar, através da internet, vários órgãos de todo o Estado.

A assinatura da ordem de serviços para instalação da rede em fibra ótica na Paraíba acontece nesta segunda-feira, às 10h, no Palácio da Redenção.

Assinam o documento o governador Ricardo Coutinho, o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa da Paraíba (Fapesq), Cláudio Benedito Silva Furtado e o secretário de Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia do Estado, João Azevêdo Lins Filho.

A previsão inicial é que a construção da rede de fibra ótica em João Pessoa (Rede Metro JP) e a ligação dela com a rede já existente em Campina Grande (Rede Metro CG) seja concluída até o final do ano. O projeto está orçado em R$ 3.738.086,64.

O projeto, resultado do Convênio 01.06.0573.00, Fapesq-Finep, de 2006, prevê a criação de uma rede colaborativa de conteúdos informacionais, representada e mediada por um portal, para dar suporte ao planejamento, gestão, e disseminação de informações entre as instituições integrantes do Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Informação (C&T,I), instaladas na Capital e em Campina Grande.

Com a Rede Informação em Ciência, Tecnologia e Inovação – REDEICTI-PB – em pleno funcionamento será possível dar maior agilidade ao tráfego de informações entre os órgãos das administrações públicas, estadual e municipal, e as entidades de direito privado. Como conseqüência a essa rapidez na transmissão de dados, a prestação de serviços, nesses setores, será muito mais veloz.

A REDEICTI-PB também tem como um dos principais objetivos, o de promover a integração das diversas instituições acadêmicas do Estado, contribuindo para fortalecer a base organizacional e para a melhoria do sistema estadual de ensino, pesquisa e inovação.

Na Região Metropolitana de João Pessoa, a rede foi idealizada na forma de dois anéis óticos: Anel Sul e Anel Norte. Na rede subterrânea, os cabos percorrerão 22,07 Km, e na rede aérea, eles terão 29,94 Km de extensão. No total, serão usados 59.114 metros de cabos óticos.

A previsão é de que até o final deste mês, a Secretaria de Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia – SERHMACT, assine o termo de cooperação com a PBGás, que disponibilizará os seus dutos entre Campina Grande e João Pessoa para abrigar os cabos.
Fonte: Internet